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Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial

Revista Portuguesa de Estomatologia Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial | 2021 | 62 (1) | Page(s) 9-15


Original research

Influence of implant design, length, diameter, and anatomic region on implant stability: a randomized clinical trial

Influência do comprimento, diâmetro e desenho do implante e da região anatómica na estabilidade implantar: ensaio clínico randomizado


a Specialization in Implantology, Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal
b Department of Oral Surgery and Implant Dentistry, Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal
c Department of Biostatistics, Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal
d Implantology Institute, Lisbon, Portugal
e Center for Innovative Care and Health Technology (ciTechcare), Polytechnic of Leiria, Leiria, Portugal
André Moreira - andregonmoreira@gmail.com

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Volume - 62
Issue - 1
Original research
Pages - 9-15
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Received on 22/04/2020
Accepted on 29/11/2020
Available Online on 04/01/2021


Objectives: To evaluate the influence of implant geometry and anatomical region on implant stability. Methods: A randomized controlled clinical trial was conducted on 45 patients, in whom a total of 79 implants were placed: 40 MIS C1 Implants and 39 MIS Seven Implants. The implant stability quotient was measured using resonance frequency analysis immediately after implant placement and 8 weeks later with an Osstell Mentor device. Results: 76 implants were analyzed. The implant stability quotient was statistically significantly higher for secondary stability than primary stability (68.7±8,6 vs. 65.2±10.3, respectively, p=0.023). Considering primary stability, no statistical differences were found between the implant lengths 8.0 mm, 10.0 mm, 11.0 mm, and 11.5 mm (67.9±7.6, 63.9±10, 57.2±11.1, and 66.4±11.3, respectively, p=0.312). The same was observed for secondary stability (68.4±9.4, 67.9±9.3, 74.7±1.5, and 69.2±7.9, respectively, p=0.504). Also, there were no statistically significant differences between the implant diameters 3.75 mm and 4.20 mm concerning primary stability (64.3±8.7 and 66.1±11.7 respectively, p=0.445) or secondary stability (68.8±8.2 and 68.7±9.1 respectively, p=0.930). Regarding implant design, a statistically significant difference was found only for secondary stability, favoring MIS Seven implants (p=0.048). The intraoral location was statistically significant for both primary and secondary stability, as these were higher on the anterior maxilla than the posterior maxilla and mandible (p<0.05). Conclusions: The diameter and length of the implants studied did not influence their stability. Implant design may influence secondary stability, whereas intraoral location has a relevant effect on primary and secondary stability.


Objetivos: Avaliar a influência da geometria dos implantes e região anatómica na estabilidade implantar. Métodos: Foi realizado um ensaio clínico controlado aleatorizado em 45 pacientes, onde foram colocados 79 implantes: 40 implantes MIS C1 e 39 implantes MIS Seven. O coeficiente de estabilidade do implante foi medido através da análise de frequência de ressonância (RFA) imediatamente após a colocação do implante e 8 semanas depois, com Osstell Mentor. Resultados: Foram analisados 76 implantes. O coeficiente de estabilidade do implante registado para estabilidade secundária foi significativamente maior que o verificado para a estabilidade primária (68,7±8,6 e 65,2±10,3, p=0,023). Considerando a estabilidade primária, não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre os comprimentos de 8,0 mm, 10,0 mm, 11,0 mm e 11,5 mm (67,9±7,6, 63,9±10, 57,2±11,1 e 66,4±11,3, p=0,312). O mesmo foi verificado para a estabilidade secundária (68,4±9,4, 67,9±9,3, 74,7±1,5 e 69,2±7,9, p=0,504). Não se observou diferença estatisticamente significativa entre os diâmetros dos implantes de 3,75 e 4,20 mm e estabilidade primária (64,3±8,7 e 66,1±11,7, p=0,445) ou estabilidade secundária (68,8±8,2 e 68,7±9,1, p=0,930). Foi encontrada diferença estatisticamente significativa para a estabilidade secundária, favorecendo o implante MIS Seven (p=0,048). A localização intraoral foi estatisticamente significativa para a estabilidade primária e secundária, sendo maior na maxila anterior em relação à maxila e mandíbula posteriores (p<0,05). Conclusões: O diâmetro e o comprimento dos implantes estudados não influenciaram sua estabilidade. O tipo do implante parece influenciar a estabilidade secundária, enquanto a região anatómica aparenta ter um efeito relevante na estabilidade primária e secundária.


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