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Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial

SPEMD | 2015 | 56 (4) | Page(s) 226-232


Original research

Apical periodontitis and related risk factors: Cross-sectional study

Periodontite apical e fatores de risco associados: estudo transversal


a Faculty of Dental Medicine, University of Porto, Oporto, Portugal
b Biotechnologic and Fine Chemical Center, Superior School of Biotechnology, Catholics University, Oporto, Portugal
c Department of Endodontics, Faculty of Dental Medicine, University of Porto, Oporto, Portugal
d Health Sciences Faculty, Fernando Pessoa University, Oporto, Portugal
e Abel Salazar Institute for the Biomedical Sciences, University of Porto, Oporto, Portugal
Joana Correia-Sousa - joanamoraissousa@gmail.com
Ana Raquel Madureira - j

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Volume - 56
Issue - 4
Original research
Pages - 226-232
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Received on 09/11/2015
Accepted on 07/08/2015
Available Online on 09/10/2015


Objectives: The aim of this cross-sectional study was to investigate an association betweenthe prevalence of root-filled teeth (RFT) or apical periodontitis (AP) and some systemic conditions or smoking habits in an adult Portuguese population. Methods: Medical histories, including age, gender, presence of cardiovascular disease (CVD),diabetes mellitus (DM), allergies, smoking status, and endodontic treatment data of 421 patients (10,540 teeth) were recorded. The prevalence of root filled teeth and the periapical status were assessed through panoramic radiographies. Periapical status was classified according to the Periapical index and AP was defined as PAI-score ≥3. Statistic analysis was performed with PASW Statistics 20.0 using qui-square tests, odds-ratio and confidenceintervals (95%). Results: The overall prevalence of AP and RFT was 2.2% and 4.2%, respectively. RFT increased the possibility of having AP (p < 0.0001). Men’s group showed a higher percentage of teeth with AP (p < 0.0001), less RFT (p = 0.05) and more residual roots (2.3%). Smoking increased the probability of having AP (p = 0.002) and RFT (p = 0.045). A positive correlation was observed between RFT and DM (p = 0.040). No statistically significant difference was found between AP and CVD, DM or allergies neither between RTF and CVD or allergies. Conclusions: The higher prevalence of AP and/or RFT in smoker subjects and in diabeticpatients can suggest a relationship between oral and systemic health. More epidemiological studies are required before definitive conclusions can be made.© 2015 Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária. Published by Elsevier España, S.L.U. This is an open access article under the CC BY-NC-ND license


Objetivos: O objetivo deste estudo transversal foi investigar a associação entre a prevalência de dentes com tratamento endodôntico (RFT) ou periodontite apical (AP) e algumas condições sistémicas ou hábitos tabágicos numa população adulta portuguesa. Métodos: Histórias médicas, incluindo idade, género, presença de doenças cardiovasculares (CVD), diabetes mellitus, alergias e hábitos tabágicos, e registos dos tratamentos endodônticos de 421 pacientes (10.540 dentes) foram recolhidos. A prevalência de dentes com tratamento endodôntico e status apical foram avaliados através de radiografias panorâmicas. O status apical foi classificado de acordo com o índice periapical e a AP definida para valores PAI≥3. A análise estatística foi realizada através do PASW Statistics 20.0 utilizando os testes chi-quadrado, valores odds-ratio e intervalos confiança (95%). Resultados: A prevalência da AP e RFT foi de 2,2% e 4,2%, respectivamente. RFT aumentou a possibilidade de ter AP (p<0,0001). Os homens revelaram uma maior percentagem de dentes com AP (p<0,0001), menos RFT (p=0,05) e mais raízes residuais (2,3%). Fumar aumentou a probabilidade de ter AP (p=0,002) e RFT (p=0,045). Uma relação positiva foi observada entre RFT e DM (p = 0,040). Não se encontraram diferenças estatisticamente significativas entre AP e CVD, DM ou alergias nem entre RTF e CVD ou alergias. Conclusões: Uma maior percentagem de AP e/ou RFT nos fumadores e nos pacientes com diabetes sugere uma relação entre a saúde oral e sistémica. Mais estudos epidemiológicos são necessários antes de se fazerem conclusões definitivas. © 2015 Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária. Publicado por Elsevier España, S.L.U. Este é um artigo Open Access sob a licença de CC BY-NC-ND


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