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Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial

SPEMD | 2017 | 58 (4) | Page(s) 212-218


Original research

Dental implants in patients with xerostomia

Implantes dentários em pacientes com xerostomia


a Oral Medicine Department, Facultad de Medicina y Odontologia. Universidad de Murcia, Murcia, Spain
b Interdisciplinary Laboratory of Clinical Analysis Interlab-UMU, Regional Campus of International Excellence Campus Mare Nostrum, University of Murcia, Murcia, Spain
Pia Lopez-Jornet - majornet@um.es

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Volume - 58
Issue - 4
Original research
Pages - 212-218
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Received on 10/12/2017
Accepted on 03/03/2018
Available Online on 22/03/2018


Objectives: To evaluate the dental, periodontal and implantological state of patients with xerostomia. Methods: This transversal study reviewed a total of 20 patients with xerostomia, plus 29 patients in the control group. The two groups (study and control) had a total of 198 implants. Patients’ oral and periodontal health was evaluated, including bleeding index, gingival index, clinical attachment level, probing depth, pain on percussion, gingival suppuration, and oral quality of life (OHIP-14). Results: Mean patient age was 59.8 ± 12.04, and evolution time was 3.6 ± 3.05 years. Plaque index was higher in patients with xerostomia than in the control group (p=0.012). No significant differences were found in periodontal disease between the groups (p>0.05). Fifteen percent of patients in the xerostomia group presented mucositis and probe depths shorter than 3 mm. Overall quality of life (OHIP-14) was high in both groups. Conclusions: Dental implants are a favorable treatment option for patients with xerostomia.


Objetivos: Estudar o estado de saúde oral e periodontal em pacientes com implantes dentários e xerostomia. Métodos: Este estudo transversal analisou um total de 20 pacientes com xerostomia (grupo de estudo) e 29 pacientes sem xerostomia (grupo controlo). Os dois grupos incluíram um total de 198 implantes dentários. O estado de saúde oral e periodontal dos pacientes foi avaliado através do índice de placa, índice de hemorragia, índice gengival, nível clínico de inserção, profundidade de sondagem, dor à percussão, supuração gengival e qualidade de vida oral (OHIP-14). Resultados: A média de idades dos pacientes foi de 59,8±12,04 e o tempo de evolução foi de 3,6± 3,05 anos. O índice de placa foi maior em pacientes com xerostomia que nos pacientes do grupo controlo (p=0,012). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas na doença periodontal entre os grupos (p>0,05). Quinze por cento dos pacientes no grupo xerostomia apresentaram mucosite e profundidades de sondagem inferiores a 3 mm. A qualidade de vida global (OHIP-14) foi alta em ambos os grupos. Conclusões: Os implantes dentários são uma opção de tratamento favorável em pacientes com xerostomia.


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