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Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial

XXXVII Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária (SPEMD) Coimbra, 13 e 14 de outubro de 2017 | 2017 | 58 (S1) | Page(s) 58-59


Investigação

#152 Biodisponibilidade salivar de fluoretos pós escovagem dentária em crianças: estudo piloto





Volume - 58
Supplement - S1
Investigação
Pages - 58-59
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Received on 30/12/2017
Accepted on 30/12/2017
Available Online on 30/12/2017


Objetivos: A biodisponibilidade salivar de fluoretos é influenciada por comportamentos individuais, como a frequência e duração da escovagem, a quantidade de dentífrico utilizado e o regime de bochecho pós escovagem. O presente estudo piloto objetivou determinar se existe influência na biodisponibilidade salivar de fluoretos no decurso de diferentes comportamentos pós escovagem dentária com um dentífrico convencional em crianças. Materiais e métodos: O estudo compreendeu uma amostra aleatória, constituída por crianças de 7 a 9 anos (n=3), sem lesões de cárie e patologias sistémicas relevantes, com valores de fluxo salivar estimulado dentro dos parâmetros considerados normais. Salvaguardados os requisitos éticos estabeleceram- se dois protocolos pós escovagem dentária padronizada: (1) apenas cuspir o excesso de dentífrico e (2) o bochecho com 5 mL de água destilada. A colheita de saliva estimulada, para ambos os regimes, foi realizada antes da escovagem dentária (´baseline´), imediatamente a seguir e em intervalos de 5, 30 e 60 minutos após a escovagem dentária. Depois de recolhidas todas as amostras (n=30), preservaram-se a -80oC para posterior determinação da concentração de flúor recorrendo ao potenciómetro GLP 22 (Crison®, Barcelona, Spain) acoplado a um elétrodo de ião seletivo de flúor DC219?F (Mettler Toledo®, OH, USA). Resultados: Quando empregue um regime sem bochecho com água os níveis de flúor salivar foram consideravelmente superiores a quando utilizado um regime de bochecho com água em todo o período de monitorização e recolha. Em ambos os procedimentos foi verificado um pico de concentração no momento ´imediatamente após´ a escovagem e, durante 60 minutos, nunca se verificaram valores inferiores aos basais, constatando-se uma redução mais rápida quando o regime sem bochecho foi efetuado. Conclusões: Com as limitações inerentes a um estudo piloto com uma amostra reduzida e um curto período de avaliação, ainda assim os resultados parecem apontar para que a biodisponibilidade salivar de fluoretos seja efetivamente influenciada por diferentes comportamentos pós escovagem dentária com uma diminuição da sua concentração quando utilizado o regime de bochecho com água.


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