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Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial

XXX Reunião Científica Anual da Sociedade Portuguesa de Ortopedia Dento-Facial Viseu, 19 a 21 de Abril de 2018 | 2018 | 59 (S1) | Page(s) 69-70


Casos Clínicos

#SPODF-06 Tratamento ortodôntico num caso de fenda lábio palatina em um adulto





Volume - 59
Supplement - S1
Casos Clínicos
Pages - 69-70
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Received on 30/11/2018
Accepted on 30/11/2018
Available Online on 30/11/2018


Descrição do Caso clínico: Paciente do sexo masculino de 48 anos e 11 meses apresentou? se ao Instituto de Ortodontia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra com a principal queixa “Eu quero melhorar o meu nariz e boca”. O histórico médico revelou ausência de qualquer tratamento ortodôntico prévio, nenhum histórico familiar de fenda e sem história prévia de trauma. Contudo, demonstrou história de diabetes e hipertensão. A cefalometria inicial revela o padrão esquelético de classe III devido à deficiência maxilar. O plano de tratamento seguiu quatro estágios: pré? cirúrgico, cirúrgico, pós? cirúrgico e de contenção. A fase pré? cirúrgica do tratamento consistiu na colocação de aparelhos fixos superiores e inferev riores (prescrição 0,018 Roth) com o propósito de nivelar e alinhar os arcos superior e inferior, mesializando o lado superior esquerdo (24? 27) mantendo os espaços remanescentes Seguido de cirurgia ortognática Le Fort I de avanço maxilar de 5 mm em combinação com cirurgia labial para melhorar a mobilidade. A fase pós? cirúrgica consistiu na finalização e assentamento com aparelhos fixos. A fase de contenção foi feita com a realização de uma prótese removível superior e inferior. Discussão: O principal objetivo no tratamento de adultos são os procedimentos ortodônticos e cirúrgicos, que devem ser realizados de forma cronológica. O nosso paciente mostrou uma melhoria significativa do seu sorriso e suporte labial, sendo isto devido ao avanço maxilar de 5 mm, cirúrgica labial e reabilitação protética. Conclusão: É essencial ter uma equipa multidisciplinar gerida pelo ortodontista, ainda mais, quando os pacientes necessitam de cirurgia ortognática e cirurgia plástica. É importante que os nossos objetivos venham ao encontro da queixa principal do paciente, mas também é necessário gerir as expectativas do paciente e limitações do tratamento devido à intervenção tardia.


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